‘Cyborg #1’ é sobre a busca pela alma!

Poucas revistas de super heróis conseguem conciliar ação com questionamentos filosóficos. “Cyborg #1” contraria a regra e nos entrega uma ótima história!

John Semper Jr., responsável pelo roteiro da HQ, continua o ótimo trabalho que havia sido começado na revista anterior e explora mais o dilema em que Ciborgue se encontra após as revelações que teve sobre a sua própria existência. Será o personagem apenas uma emulação do que Victor Stone foi um dia? Esses e outros questionamentos rondam a mente do personagem central e o levam a uma crise de identidade muito bem vinda para uma revista cujo o tema são máquinas e inteligencias artificiais. O que é real e o que é apenas uma imitação da realidade? Esses e outros questionamentos são levantados em um bar de Jazz em Detroit de forma emocionante.

Fora o contexto filosófico do volume, que já bastaria para a história ser considerada ótima, ainda temos uma boa dose de ação nas páginas iniciais da revista e em seu desfecho, que nos deixa um gancho para um embate promissor no próximo volume.

A arte de Paul Pelletier é muito boa e funcional, passando muito bem as emoções de um personagem que é, pelo menos fisicamente, mais máquina do que homem. O artista sabe conduzir muito bem tanto as cenas de ação quanto as cenas mais calmas e profundas.

A DC nos entrega mais uma ótima revista e nos mostra que revistas de heróis não precisam ser somente baseadas em ação.

 

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