‘Outcast’ mostra que não está de brincadeira [Crítica – S01E03]

A maioria das séries atuais que tratam das temáticas de terror e horror acabam sempre sendo muito voltadas para um público jovem e as vezes começam a se parecer com episódios de “Scooby Doo”. Esse não é o caso de “Outcast“.

O seriado está em seu terceiro episódio e podemos ver que foi planejado para ser visto por gente grande. A série contém sexo, palavrões e violência. Esses elementos não são utilizados de forma gratuita, é justamente a pontualidade de suas aparições que fazem com que tenham o peso necessário para a narrativa sem serem exagerados ou banalizados. Tudo isso dá a “Outcast” um aspecto sujo e, de certa forma, real.

Nesse terceiro episódio, “All Alone Now“, vemos mais um caso de possessão que Kyle Barnes (Patrick Fugit) e o Reverendo Anderson (Philip Glenister) tem que resolver. Embora esse episódio tenha seguido a fórmula de caso-da-semana, vemos que esse capítulo não foi feito só para preencher um espaço, pelo contrário, “All Alone Now” avança com a trama central da série e inclui elementos novos na narrativa, percebemos que um arco maior está se desenhando aos poucos.

Kyle Barnes fica um pouco apagado nesse terceiro episódio e dá espaço para que os outros personagens se desenvolvam. O destaque é para o Reverendo Anderson, o capítulo torna o personagem bem mais humano, o retratando como um homem que abandonou sua família para cumprir uma missão divina. Tanto o roteiro quanto a atuação de Philip Glenister tornam isso bem verídico e compreensível. Um personagem que também ganha um pouco mais de espaço é Mark Holter (David Denman) que não se dá por satisfeito com a investigação conduzida no ultimo episódio e no modo como o Xerife Giles (Reg E. Cathey) está comandando e delegacia. Esse ultimo inclusive parece saber algo sobre o que está acontecendo. O episódio também dá espaço para Megan Holter (Wrenn Schimidt), que tem algo do seu passado trazido de volta a sua realidade e parece estar bem afetada com isso. Todas essas subtramas deixam mais perguntas do que respostas e tornam a série mais curiosa e misteriosa. Quem é o homem do chapéu? O que aconteceu naquele trailer? Que desgraça foi essa no final do episódio? Essas são algumas das perguntas que esperamos serem respondidas nos próximos episódios.

Outcast” nos entrega mais um ótimo episódio e se mostra ser uma série de terror mais séria do que outras que vemos por aí.

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